
Com o braço do mar virado pra cama
Debruçar na janela com o nariz no sol
Uma montanha bem verde e eterna
Um passarinho carregando uma clave de sol.
Um duende de sapatos grandes
E uma morena carregando flores
Uma alegria de acordar sem nada
Uma mania de falar de amores
De tênis sujo no pé, sentar pra descansar na praça
Cantar, despreguiçar a asas.
Quem é que está aí?
Pois vai entrando e me dizendo o nome;
Se é mulher me fale, se for homem,
Espera eu chegar aí...
Enquanto isso tome o chá da tarde,
Senta no banco e fica à vontade,
Veja o pôr do sol.
Debruçar na janela com o nariz no sol
Uma montanha bem verde e eterna
Um passarinho carregando uma clave de sol.
Um duende de sapatos grandes

E uma morena carregando flores
Uma alegria de acordar sem nada
Uma mania de falar de amores
De tênis sujo no pé, sentar pra descansar na praça
Cantar, despreguiçar a asas.
Quem é que está aí?
Pois vai entrando e me dizendo o nome;
Se é mulher me fale, se for homem,
Espera eu chegar aí...
Enquanto isso tome o chá da tarde,

Senta no banco e fica à vontade,
Veja o pôr do sol.
(Lou Gomes)
&todos os direitos reservados
fotos: 1)atores da peça "O bosque da Esperança", de Gislene Cássia"-Florestal MG
2) Pracinha, cidade de Florestal (foto: Mahayana Ferreira)
3) arquivos da web
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